Gostaria de conversar com Lourival, depois do almoço (ou mesmo na segunda), para tratar dos repórteres orientados pelo sindicato a recusar pautas sobre o Fórum Mundial da Água.

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Esta rebeldia ser fortemente logo no início do Fórum. O diretor foi denunciado no começo do mês à Comissão de Ética da Presidência por suposto conflito de interesses na elaboração do PDV (Plano de Demissão Voluntária).

Ele e Luiz Antonio Duarte, diretor de Administração, Finanças e Pessoas, teriam criados regras melhores para eles mesmos no plano.

São todos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e todos devem seguir a orientação da gestão da casa e cumprir as pautas jornalísticas determinadas pelas respectivas chefias, como acontece em toda e qualquer empresa de comunicação.

O contrato firmado com a Agência Nacional de Águas (ANA) é público e se refere à contratação da EBC para executar serviços previstos na lei de criação da empresa.

Não aceitamos que um gerente faça qualquer retaliação aos jornalistas e acuse o sindicato por defender a legalidade e legitimidade da EBC”atribuída aos repórteres por Coura.

Nem citou a mensagem do gerente executivo da agência.

No último dia 4, o Poder360 mostrou que a estatal usa seu braço público para vender conteúdo favorável ao próprio governo, por contrato de R$ 1,8 milhão com a ANA (Agência Nacional de Águas).

Coura, gerente executivo da Agência Brasil, mandou a seguinte mensagem ao grupo “Roberta, bom dia.

de repórteres ao diretor de jornalismo da EBC (Empresa Brasil de Comunicação).

Em mensagem obtida pelo Poder360 nesta 6ª feira (232018), Alberto Coura diz que os funcionários se recusam a cobrir o Fórum Mundial da Água.

Em outras palavras, a disciplina se propõe a um exercício de análise de conjuntura, uma das mais sofis tic adas e intricadas vertentes teórico-epistemológicas.